Cada vez que me recordo daquele dia as lágrimas teimam em cair, o coração aperta,torna-se pequenino, fico com um nó na garganta, um sufoco no peito como se alguém tomasse o meu coração nas mãos e o espremesse até retirar todo o amor, toda a bondade que nele existe.
Doeu... Como doeu, como dói... Recordar que, aquele que foi provavel
mente o melhor dia da minha vida, foi também o início do meu pior pesadelo...
Não há dia que passe que não recorde o tempo que passei contigo, as conversas, os passeios de mãos dadas,os olhares e sorrisos cúmplices. As gargalhadas, as cócegas, as tentativas de sustos... Enfim! Não há dia que passe que não recorde como estava feliz, como me fazias feliz... Terá sido tudo mentira? Serás tão bom actor que fingiste tudo aquilo que vivemos? Será que tudo o que me disseste, tudo o que sonhámos juntos, tudo o que queríamos para nós, o que tu dizias querer para ti também, foi dito apenas para me iludir? E porque? Que fiz eu? O único crime que cometi foi amar-te incondicionalmente. Condenem-me por isso. Condenem-me por amar quem me fez feliz, quem me fez acreditar, quem me encheu de esperança e de vida. Condenem-me...
Passo horas, dias, sem saber o que fazer... Tantas recordações, tantos momentos... Faltas tu... Falta uma simples mensagem tua, um simples telefonema teu. Os meus dias nunca mais foram os mesmos (e nunca mais serão). A ansiedade de falar contigo, a ansiedade de te ver, de ver o teu sorriso, de escutar a tua voz, tudo foi substituído por saudade, por dor, por desespero. Sim, cheguei a desesperar... Foram noites sem dormir, a pensar o que teria feito de errado para que tenhas feito o que fizeste... Foram dias, e ainda são, em que as forças faltam, o sorriso dificilmente aparece no meu rosto. O brilho dos meus olhos apagou-se, a felicidade que trazia estampada no rosto foi-me roubada... E o meu coração ficou pequenino, apertado, magoado...
Dava tudo para voltar atrás no tempo, para reviver todos os nossos momentos.
Sou uma sonhadora, eu sei, romântica incurável? Talvez... Mas o que sinto é verdadeiro, sempre foi... E tu que me dizias querer o mesmo que eu... Onde estás? Onde estás tu??? Sem ti a minha vida deixou de ser vida, limito-me a sobreviver!!
Preciso de ti, fazes-me tanta falta...
Não há dia que passe que não recorde o tempo que passei contigo, as conversas, os passeios de mãos dadas,os olhares e sorrisos cúmplices. As gargalhadas, as cócegas, as tentativas de sustos... Enfim! Não há dia que passe que não recorde como estava feliz, como me fazias feliz... Terá sido tudo mentira? Serás tão bom actor que fingiste tudo aquilo que vivemos? Será que tudo o que me disseste, tudo o que sonhámos juntos, tudo o que queríamos para nós, o que tu dizias querer para ti também, foi dito apenas para me iludir? E porque? Que fiz eu? O único crime que cometi foi amar-te incondicionalmente. Condenem-me por isso. Condenem-me por amar quem me fez feliz, quem me fez acreditar, quem me encheu de esperança e de vida. Condenem-me...
Passo horas, dias, sem saber o que fazer... Tantas recordações, tantos momentos... Faltas tu... Falta uma simples mensagem tua, um simples telefonema teu. Os meus dias nunca mais foram os mesmos (e nunca mais serão). A ansiedade de falar contigo, a ansiedade de te ver, de ver o teu sorriso, de escutar a tua voz, tudo foi substituído por saudade, por dor, por desespero. Sim, cheguei a desesperar... Foram noites sem dormir, a pensar o que teria feito de errado para que tenhas feito o que fizeste... Foram dias, e ainda são, em que as forças faltam, o sorriso dificilmente aparece no meu rosto. O brilho dos meus olhos apagou-se, a felicidade que trazia estampada no rosto foi-me roubada... E o meu coração ficou pequenino, apertado, magoado...
Dava tudo para voltar atrás no tempo, para reviver todos os nossos momentos.
Sou uma sonhadora, eu sei, romântica incurável? Talvez... Mas o que sinto é verdadeiro, sempre foi... E tu que me dizias querer o mesmo que eu... Onde estás? Onde estás tu??? Sem ti a minha vida deixou de ser vida, limito-me a sobreviver!!
Preciso de ti, fazes-me tanta falta...