domingo, 25 de julho de 2010






"Como é bom contemplar o céu, interrogar uma estrela e pensar que ao longe, bem longe, um outro alguém contempla este mesmo céu, essa mesma estrela e murmura baixinho: Saudade!"

domingo, 18 de julho de 2010



“Se um dia chegar a sentir minha falta, lembre-se que sempre estive aqui, mas a rotina me fez ficar oculto diante dos outros; neste dia não apareci, pois percebi que minha presença, hoje, já não significa nada a você.”


Maybe it's time to let go... or not...

terça-feira, 6 de julho de 2010



→ adoro.te...
→ adoro.te αgorα...
→ adoro.te depois...
→ adoro.te quαndo ficαr...
→ adoro.te quαndo for...
→ adoro.te quαndo chover...
→ adoro.te quαndo fizer sol...
→ adoro.te αqui...
→ adoro.te lα...
→ adoro.te em todo lugαr...
→ adoro.te quαndo estiveres αo meu lαdo...
→ adoro.te quαndo disseres αdeus...
→ adoro.te o dia todo...
→ adoro.te todos os diαs...
→ adoro.te nos meus sonhos...
→ adoro.te nos momentos mαis felizes...
→ adoro.te nos momentos mαis tristes...
→ adoro.te nos momentos mαis difíceis...
→ adoro.te αo sorrir...
→ adoro.te αo chorαr...
→ adoro.te de segundα α segundα-feira...
→ adoro.te intensamente...
→ adoro.te de um jeito simples...
→ adoro.te de um jeito complicαdo...
→ adoro.te de um jeito diferente...
→ adoro.te nas melhores e piores fαzes...
→ adoro.te quαndo estou contigo...
→ adoro.te quαndo nαo estou contigo...
→ adoro.te ao ouvir αquelα músicα...
→ adoro.te no verão...
→ adoro.te no inverno...
→ adoro.te no céu...
→ adoro.te no inferno...
→ adoro.te quαndo tudo mudαr...
→ adoro.te quαndo errαres...
→ adoro.te quαndo chorαres...
→ adoro.te quαndo sorrires...
→ adoro.te Hoje...
→ adoro.te amanha...
E sobretudo adoro.te SEMPRE...e para SEMPRE

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Enfim Juntos



A isto chama-se amor.


Enfim, Juntos, conta a história do encontro de quatro destinos: Camille, que em vez de viver a sua paixão pelo desenho trabalha como empregada doméstica; Philibert, aristocrata que alberga Franck, um cozinheiro cuja existência anda à volta das raparigas, da moto e de Paulette e da sua avó, uma velha senhora, frágil e meiga que vive só. A acção desenrola-se em Paris ao pé da Torre Eiffel, durante um ano. O livro conta o encontro, as fricções, a ternura, a amizade, as zangas e as reconciliações destas quatro pessoas. Gente que, à partida, não tinha nada em comum e que poderia nunca se ter encontrado, pessoas que se apoiam mutuamente e que em vez de cair se levantam. Chama-se a isso amor.